Notes of Book “Head Strong: The Bulletproof Plan to Activate Untapped Brain Energy to Work Smarter and Think Faster-in Just Two Weeks” by Dave Asprey

  • your mitochondria contribute more energy to your brain’s performance than your heart, lungs, or legs. Your brain gets first dibs on mitochondrial energy, and your eyes and heart are right behind it in line.
  • The first symptom that your mitochondria are overtaxed is fatigue. Fatigue is an absolute performance killer. It causes cravings, moodiness, brain fog, forgetfulness, and lack of focus.
  • Our fight-or-flight response kept us a little bit distracted all of the time so that we could constantly scan the environment around us for threats. When our brains perceived a threat, they would divert all of our energy into the systems necessary to either kill a lion or at least run away from it faster than the slowest member of the tribe. The problem is not only that lions don’t pose much of a threat anymore but also that our bodies can’t distinguish between real and perceived threats—they react the same way to any stimulus
  • Every time you resist an urge, you are making a decision. Scientists have proven that there are a limited number of decisions you can make each day before you reach “decision fatigue.”

Requiem for the american dream

Principle #10: Marginalize the population

  • About 70% of population has no way of influencing policy – population knows it;
  • Let to a population that frustrated, hates institutions;
  • There is popular mobilization and activism but in self destructive directions;
  • People hate and fear each other, and don’t do anything for anyone else.

The image of the city

“A vivid and integrated physical setting, capable of procing a sharp image, plays a social role as well. It can furnish the raw material for the symbols and collective memories of group communication. A striking landscape is the skeletin upon shich many primitive races erect their socially important myths. Common memories of the “home town” were often the first and easiest point of contact between lonely soldiers during the war.

A good environmental image gives its possessor an important sense of emotional security. He can stablish an harmonious relationship between himself and the outside world. This is the obverse of the fear that comes with disorientation; it means that the sweet sense of home is strongest when home is not only familiar but distinctive as well”.

The image of the city

“A beautiful city environment is an oddity, some would say an impossibility. Not one American city larger than a village is of consistently fine quality, although a few towns have some pleasant fragments. It is hardly surprising, then that most Americans have little idea of what it can mean to live in such an environment. They are clear enough about the ugliness of the world they live in, and they are quite vocal about the dirt, the smoke, the heat, and the congestion, the chaos and yet the monotomy of it. But they are hardly aware of the potential value of harmonious surroundings, a world which they may have briefly glimpsed only as as tourists or as escaped vacationers. They can have little sense of what a setting can mean in terms of daily delight, or as a continuous anchor for their lives, or as an extension of the meaningfulness and richness of the world”.

Outliers note

“Jewish immigrants like the Floms and the Borgenichts and the Janklows were not like the other immigrants who came to America in the nineteenth and early twentieth centuries. The Irish and the Italians were peasants, tenant farmers from the impoverished coutryside of Europe. Not so the Jews. For centuries in Europe, they had been forbidden to own land, so they had clustered in cities and towns, taking up urban trades and professions”.
Outliers, Malcolm Gladwell.

Society

‘Society is a bit hypocritical. The mainstream shuns wayward creative people with skepticism, especially when they defy the status quo dropping out of school or choosing an alternative career is frowned upon. But at the same time we celebrate the successes of the artists and entrepreneurs who enrich every aspect of our lives. Society celebrates the outcome of what society shuns’.

Como é o seu ambiente de criação?

Em Making Ideas Happen, Scott Belsky discute em um de seus capítulos a reconsideração da arquitetura dos locais de trabalho para um melhor aproveitamento. Claro que o lugar ideal para trabalho depende de muitas características pessoais, o que dificultaria um consenso entre pessoas de uma mesma empresa, por exemplo. Entretanto o autor chama atenção para o trabalho de Joan Myers-Levy, uma americana que através de pesquisas no campo da neurosciência descobriu algumas características importantes sobre como a arquitetura pode influenciar o raciocínio.

O resultado mais famoso de suas pesquisas aponta para um padrão com relação à altura do teto dos ambientes de trabalho. Os tetos altos são mais propensos a desenvolver raciocínios mais abstratos, enquanto que os tetos baixos são mais favoráveis aos detalhes de uma análise, por exemplo. Estas e outras conclusões podem ser encontradas em uma reportagem muito interessante da Fast Company.

A crônica humorística por Gabriel Garcia Marquez

O próprio Gabriel Garcia Márquez definiu de saída o que haveria de ser sua maneira de praticar o gênero da crônica humorística. Em sua segunda crônica publicada no El Universal, ele escreve que ela tem “princípio e terá final de algaravia (linguagem confusa, confusão de vozes). (…) Impõem os seguintes requisitos: começar e terminar com fórmulas que combinem uma feliz expressão e uma atrevida apresentação conforme o modelo de palavreado de Ramón Gómez de la Serna, e dizer as coisas com humor, com poesia, inclusive com extravagância (não importa que sejam coisas muito originais, podem até ser da total trivialidade, mas sua expressão deve ser original e imprevista). Em suma: não dizer nada, mas dizê-lo bem”.

make it illegal and they will come

De forma fantástica o jornalista William Grimes encerra seu último texto no NY Times: “Make it illegal, and they will come. If the authorities will not oblige, make it feel ilegal. Nothing quite hits the spot like a martini in a ceramic mug”. Grimes falava sobre o revival de bares que não possuem identificação, isto é, que não possuem letreiros ou anúncios que identifiquem o local como tal. É uma clara alusão ao período da Lei Seca nos Estados Unidos, em que os bares se viam obrigados a esconder – ou não, como mostra o próprio artigo – da polícia e autoridades.

O período, que oficialmente foi de 1920 até 1933, se passou após os tempos áureos dos coquetéis. O artigo conta, entre outros fatos, o surgimento de drinks mais toscos que os originais, pela óbvia falta dos componentes originais das bebidas e até o surgimento de coquetéis tóxicos, por conta de acidentes em que componentes veneneosos eram misturados à bebida e mataram frequentadores.

Em São Paulo tenho conhecimento de apenas um lugar com estas características, mas nunca fui. Não sou um profundo conhecedor da boemia paulistana, e a região que habito não é conhecida por abrigar cidadãos descolados – no Brooklin existem infinitos bares, mas no esquema convencional de bêbados, os mesmos de sempre.

Mas arrisco afirmar que existe um fetiche que beira o idiota relacionado a bares diferentex em São Paulo. Recentemente fui a um bar que, entre o clima extremamente apertado esfumaçante e barulhento o lugar é conhecido pelo dono que pratica a incrível atividade de tratar mal os clientes. Fica na região mais descolex de São Paulo, a Vila Madalena, e vive lotado. Me é indicado toda bendita semana por ser um ponto de encontro da juventude uspiana, que talvez inconscientemente queira pagar seus pecados de classe média culpada.

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